Horta comunitária “Comunidade Santa Dulce”

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Sonhos, planos, propostas. Projeto de Literatura, capoeira, arte... trabalhado desde Janeiro para envolver e ocupar sadiamente crianças, jovens e adolescentes da comunidade no objetivo e integrar e trazê-los à vida e Missão da Comunidade Santa Dulce.

Veio a pandemia…  Tudo mudou… o isolamento e toda situação dos decretos trouxe inquietações, duvidas, impossibilidade de continuidade…  

Coração inquieto frente famílias em situação de vulnerabilidade, ainda mais neste tempo de Pandemia… tudo tão diferente… cheio de dúvidas…

Impulsionados por estas inquietações, inspirados no jeito de ser Igreja a exemplo de Santa Dulce, buscamos assumir o ser IGREJA EM SAIDA que marca e se faz presença de vida a partir do Evangelho de Jesus Cristo em meio as angústias do povo. Assim surgiu o Projeto da Horta Comunitária SANTA DULCE. Proposta para unir forças, fortalecer a vida comunitária, a experiência de unir Fé X Vida, o valor da vida assumida com dignidade à luz da Palavra de Deus.

Iniciativa que têm como intuito animar a comunidade e dar oportunidade as famílias em vulnerabilidade, ajudando-as a terem com o que se ocupar, um jeito de sustentabilidade, além de fazer uma integração entre o social e a Vida da Igreja.

O sonho da Horta Comunitária Santa Dulce vem sendo concretizado com muita animação e entusiasmo. Neste participam famílias do Vista Alegre e do Top Park – todas integrantes da comunidade Santa Dulce dos pobres e em vulnerabilidade.  Tudo começou a fluir com leveza desde o mês de junho quando conseguimos estabelecer a parceria com a DL – PRESTADORA  DE SERVIÇOS e engenheiros  agrônomos: Maikon Lira, Carine Cantú, Jorge Vicente da Uniagro; da agrônoma  Ana, representante da prefeitura Municipal;  do casal Ângela e José Augusto Lacerda e das lideranças da comunidade.

Buscamos viver um pouquinho do legado da Padroeira da comunidade que afirmava:

“O importante é fazer a caridade, não falar de caridade. Compreender o trabalho em favor dos necessitados como missão escolhida por Deus”  

E perguntava:

“O que fazer para mudar o mundo? Amar. O amor pode, sim, vencer o egoísmo”.

E complementava: “A minha política é a do amor ao próximo”

Estamos com a terra pronta, os canteiros feitos e as famílias animadas para o próximo passo – o plantio.

Em um mês  se percebeu  a força da união  que constrói vidas e que faz visualizar um futuro mais humano, justo e fraterno. 

                                               Elaborado por:  Aparecida Santos e Ir Lisete Schneider

Marcio Brito
Marcio Brito

DaQui Agência Digital

Campanha da Fraternidade 2020

Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” (Lc 10,33-34)