Igreja no Equador celebra o Dia do missionário Ad gentes

Dom Rafael Cob destaca que os missionários Ad gentes equatorianos "são encorajamento e exemplo para muitos jovens" que sentem em seus corações o chamado "vem e segue-me", e convida a rezar para que "as vocações missionárias ad gentes possam aumentar em nossas comunidades e paróquias". "Que o Espírito de Pentecostes continue a soprar forte na Igreja e que nos deixemos mover por Ele, para sermos uma Igreja em saída, que ouve e se sente enviada" - prossegue - "para que todos tenham vida e vida em abundância"
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“Hoje queremos congratular-nos e honrar aqueles missionários equatorianos que, deixando suas terras e movidos pelo Espírito, deixaram sua casa como Maria para visitar sua prima Isabel, e trouxeram a boa nova com alegria, deixaram sua pátria ou região, como a Beata Mercedes de Jesús Molina, para alcançar terras de missão como a Amazônia equatoriana, outros foram para outros continentes, para realizar o sonho de Jesus.”

O vigário apostólico de Puyo, no Equador, dom Rafael Cob, expressou-se com essas palavras celebrando o “Dia do missionário equatoriano Ad gentes”, instituído pela Conferência episcopal local no dia da festa da Beata Mercedes de Jesús Molina (1828-1883), em 12 de junho, a primeira missionária equatoriana Ad gentes.

Ser uma Igreja em saída, que ouve e se sente enviada

O bispo destacou que os missionários Ad gentes equatorianos “são encorajamento e exemplo para muitos jovens” que sentem em seus corações o chamado “vem e segue-me”, e convidadou a rezar para que “as vocações missionárias ad gentes possam aumentar em nossas comunidades e paróquias”.

“Que o Espírito de Pentecostes continue a soprar forte na Igreja – prosseguiu – e que nos deixemos mover por Ele, para sermos uma Igreja em saída, que ouve e se sente enviada, a fim de anunciar o que viu e ouviu, para que todos tenham vida e vida em abundância.”

Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Missões de 2021

Dom Cob citou o tema da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões de 2021, “Não podemos deixar de afirmar o que vimos e ouvimos” (Atos 4,20), e se perguntou se também nós podemos fazer a mesma afirmação dos Apóstolos.

“Ultimamente vemos uma realidade muito crua e violenta em diferentes países do mundo – explicou o bispo -, na Índia e no Brasil o vírus afetou os pobres, causando dor e morte, os governos não foram capazes de dar uma resposta positiva para deter a pandemia. Nossa irmã Colômbia sofreu violências sem precedentes por causa dos protestos em suas ruas.”

Panorama sombrio numa sociedade que se diz democrática

Na Terra Santa, o ódio e a violência irromperam novamente, acrescentou o vigário apostólico de Puyo em alusão ao conflito palestino israelense.

“Um panorama sombrio numa sociedade que se vangloria ser progressista e democrática, mas paz e harmonia, respeito e justiça, parecem estar longe.”

Discípulos missionários de Jesus Cristo

Recordando o mandato missionário deixado por Jesus antes de subir ao céu, o vigário apostólico exortou todos a serem discípulos missionários:

“É a luz do Evangelho que carregamos que pode iluminar a noite escura de nossos povos, é a voz do Evangelho que deve ser ouvida para que possa continuar trazendo alívio com sua paz e cicatrizando as feridas com a reconciliação e o perdão.”

(com a agência Fides)

Vatican News

Marcio Brito
Marcio Brito

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