Dez anos de pastoreio na planície campista

"Minha gestão eclesial coincidiu com a renúncia do Papa Bento XVI e com a eleição e início do iluminado pontificado do Papa Francisco", escreve Dom Roberto Paz.
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No dia 30 de julho de 2011, na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, conhecida como Convento, tomei posse como o sétimo Bispo Diocesano de Campos. Encontrei uma Circunscrição caracterizada pela sua extensão, a maior do Regional Leste 1, localizada no Norte e Noroeste do Estado, de intensa vida espiritual e litúrgica, celeiro de vocações, e conhecida por ter superado a rachadura cismática que resistia à aplicação do Concílio Vaticano II.

Fui muito bem acolhido pelo meu antecessor, Dom Roberto Guimarães, e por Dom Fernando Rifam, prelado da Administração Apostólica, que me ajudaram e me fizeram sentir-me em casa. Minha gestão eclesial coincidiu com a renúncia do Papa Bento XVI e com a eleição e início do iluminado pontificado do Papa Francisco. Com a ajuda e colaboração do clero, presbíteros, diáconos permanentes, religiosos (as), consagradas (virgens e viúvas), e um laicato atuante e presente, conseguimos colocar em andamento algumas iniciativas que vieram somar e dar continuidade e impulso à caminhada eclesial.

Na área administrativa, conseguimos a centralização canônica e financeira; a legislação do primeiro sínodo diocesano, unificando normas e orientações pastorais; a criação do Tribunal Diocesano; e a Reforma do Prédio da Nova Mitra. No plano espiritual e da vida eclesiástica, vieram novos institutos religiosos: carmelitas servas dos pobres, que abriram casa de formação na Diocese; Irmãos da Caridade (mercedários); acolhemos uma irmã eremita; recebemos a profissão de numerosas consagradas de vida individual (viúvas e virgens); aumentou sensivelmente o diaconato permanente (de três para mais de quarenta membros); e a formação presbiteral teve todas as suas etapas em Campos, fortalecendo o Seminário.

No âmbito pastoral e missionário, foi criado o CNLB (Conselho Nacional do Laicato do Brasil); iniciou-se a Caritas Diocesana; e desenvolveram-se as pastorais sociais, entre estas: Pastoral da Fé e Cidadania; da Ecologia Integral; Thalita Kum (das pessoas em prostituição); Pastoral Afro-brasileira; dos Moradores de Rua; e a Pastoral Familiar e o ECC sediaram o 17º Encontro da Região Leste, em Campos.

Foram realizadas a Quinta Semana Social Brasileira e a Romaria da Terra e da Água, em Campos; além de vários Fóruns de Fé e Cidadania, em Itaperuna. São sementes de futuro, de uma colheita abundante, que celebraremos com muito ardor e alegria o 04 de dezembro de 2022. Deus seja louvado!

Marcio Brito
Marcio Brito

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