A segunda vinda do Senhor deve alegrar o nosso coração

“Então vereis o Filho do Homem vindo nas nuvens com grande poder e glória. Ele enviará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os eleitos de Deus de uma extremidade à outra da terra” (Marcos 13,26-27).
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Próximos do fim do ano litúrgico, contemplamos as realidades finais da nossa vida, e não só da nossa vida pessoal, individual, mas de toda a coletividade do universo, do planeta Terra onde nós estamos. A verdade final é esta: o Filho do Homem virá em Sua glória.

A parusia, a segunda vinda de Jesus, é uma realidade de fé, não é uma fantasia. Professamos, a cada domingo, na Liturgia: “Creio em Jesus Cristo que há de vir para julgar os vivos e os mortos”, cremos na segunda vinda de Jesus, esperamos a segunda vinda do Senhor, clamamos com toda a Igreja: “Maranathá! Vem Senhor Jesus!”. Esse é o anseio da esposa que clama pelo seu esposo, essa é a nossa fé, a nossa esperança, a nossa expectativa.

Só tem medo da vinda do Senhor aquele que não vive para Ele

O Senhor não virá para destruir, pelo contrário, o Senhor virá para salvar, o Senhor não virá para espalhar o aniquilamento; Ele vem para realizar a salvação final de toda a humanidade, por isso nós aguardamos o Senhor na feliz expectativa daquele que vem.

Só é triste, tenso, preocupado, só tem medo da vinda do Senhor aquele que não vive para Ele, aquele que vive para o pecado, aquele que não vive apegado ao Senhor, aquele que não vive junto ao seu Senhor, porque poderá ou deverá ser deixado de lado.

Nós que andamos com o Senhor, nós que procuramos ou devemos procurar levar a vida em Deus, esse será o dia da felicidade eterna, como os profetas já anunciavam tanto no Antigo Testamento: o dia do Senhor. Ainda que o dia d’Ele tenha um aspecto de vingança – claro, é vingança contra o mal, contra o maligno, é vingança contra tudo aquilo que destruiu a beleza da Terra –, será o dia do Reino definitivo instaurado no meio de nós.

Por isso, aguardemos a bendita esperança do dia do Senhor, mas não caiamos nas ilusões e nas fantasias criadas em muitas mentalidades. Quanto a esse dia, ninguém sabe quando será, nem o dia, nem a hora nem o momento. Não importa se é hoje, se é daqui a cem ou a mil anos; o que importa é que, se for hoje ou amanhã, estou me preparando; e mais do que me preparando, o verbo tem sair do gerúndio, preciso estar preparado para esperar o meu Senhor que está chegando, está sempre vindo ao nosso encontro. Esse feliz dia da vinda do Senhor deve sempre alegrar o nosso coração e apressar a nossa conversão.

Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo

 

Marcio Brito
Marcio Brito

DaQui Agência Digital

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