O amor de Deus é capaz de resgatar a sua vida

“De fato, a Vida manifestou-se e nós a vimos, e somos testemunhas, e a vós anunciamos a Vida eterna, que estava junto do Pai e que se tornou visível para nós” (1João 1,2).
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Na alegria deste tempo de graça, que é o Natal, estamos hoje celebrando o apóstolo da vida, da vida nova, vida divina que Deus nos trouxe: o apóstolo São João, também Evangelista.

João, um discípulo muito íntimo de Jesus, muito próximo d’Ele, João que era tocado por uma ternura sem igual, é para nós testemunha (como ninguém), do amor divino que se manifestou a nós.

Quando tocamos nas obras joaninas, as cartas que João escreveu, no Evangelho que João escreveu, nós tocamos no amor de Deus ou o amor de Deus nos toca, o amor de Deus vem ao nosso encontro porque é isso que João anuncia com todo seu coração. A vida eterna, a vida que estava junto de Deus, junto do Pai, essa vida se manifestou, se tornou visível, ela está à nossa frente; e somos testemunhas dessa vida visível que Deus nos trouxe.

É por amor que a nossa vida é tocada, é transformada, é libertada, é resgatada

Por isso, o amor para João é vida, e o que dá sentido à vida é o amor de Deus porque é por amor que a vida, que estava junto de Deus, veio até nós. É por amor que a nossa vida é tocada, é transformada, é libertada, é resgatada. É por amor que Deus, nosso Senhor, nos liberta. Que, hoje, celebrando o apóstolo do amor, João, sejamos revestidos desse amor divino.

Na sociedade em que estamos se fala muito de amor, e a expressão “amor” se tornou, muitas vezes, até uma expressão vulgar, usada de todo e qualquer jeito, de modo que o amor perde a sua essência e o seu vigor quando ele é mal compreendido, mal vivido e, sobretudo, quando ele não é encarnado na vida. É preciso que, hoje, nos libertemos das divisões mundanas de amor, para nos voltarmos para o sentido mais sublime. É João quem nos diz que Deus é amor.

Ninguém vai amar verdadeiramente ou ninguém vai ser curado no amor, se não conhece o amor de Deus. Os casais tentam se amar, mas o amor humano não é suficiente para manter um casal unido, se doando um ao outro, se não se reveste dessa graça do amor sublime de Deus. Como amar os filhos? Como amar as realidades duras? Como amar os inimigos? Como perdoar quem nos feriu? Como superar os obstáculos, as frustrações da vida? Se não estivermos revigoradas no amor.

Neste tempo do Natal, é tempo de nos revermos a partir do amor de Deus que se manifestou, que nos visitou e que vem ao nosso encontro. Que o amor de Deus seja pleno em nossa vida!

Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo

 

Marcio Brito
Marcio Brito

DaQui Agência Digital

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